Sei que muitos de vocês esperam com certo ardor pela continuação da Ingrata Saga de Skmoso ou como foi apelidada pelos críticos de arte, “O show de Skma – O show (da quase) vida”, ou ainda, nas palavras deste que vos fala, a Saga Negra Diabólica do Infeliz Amaldiçoado. Contudo, numa casualidade do destino me vi compelido a narrar esta trágica e hilariante história, o “Caso do homem que dava só um pouquinho”. Os eventos listados a seguir não poderiam ter acontecido em outro lugar que não fosse o palco do Superpop da malandrinha (ou seria jaggerzinha?) Luciana Gimenez.
Como bem mostra o título, se trata da vida de um homem, pai de família, esposo amoroso e cidadão pagador de impostos (eu não garanto nada) que tem como profissão atuar em filmes pornôs (como todo mundo que vai no programa). Mas não é qualquer filme, são filmes gays. E não é qualquer papel, ele só faz papel de passivo (isso mesmo que você leu). Agora me digam, ele merece ou não estar aqui?! Para completar o quadro de bizarrices, a mulher não só sabe que o cara tem esta árdua profissão, como é uma exigência dela que ele só “atue” como homens. Segundo ela, fazendo filmes com homens ele não estaria traindo, uma vez que ele não é gay e só faz “aquilo” por dinheiro (eu garanto menos ainda). Sinceramente, é tanta coisa junta que nem dá para começar a analisar...é de ficar boquiaberto (isso não foi uma piada de cunho homoerótico!).
Antes de mais nada, é importante ressaltar que este blog assim como seu autor são completamente a favor da pornografia em suas mais variadas modalidades desde o clássico Garganta Profunda até os mais ousados como A maratona anal de Mônica Mattos. E mesmo sem consumir do exemplo específico supracitado em que trabalha o personagem em questão, o Peristálticos garante que ele também é de vital relevância para o futuro do Pais tanto nas questões morais quanto na economia. Mais ou menos como o Democratas.
Pois bem, vamos logo as vias de fato. Não contente em mostrar na semana anterior o crossdresser – homem casado e totalmente heterossexual que tem como hobby andar por sua casa e até nas ruas vestido de mulher – o competente Superpop conseguiu se superar...mais uma vez. Tentando recuperar a audiência há muito perdida do extinto programa do Ratinho do SBT, Lucy e cia vem trazendo, semana a semana, casos cada vez mais bizarros, obscuros e acima de tudo ridículos de pessoas que de maneira nenhuma deveriam ser levadas a público. O crossdresser tudo bem, isso não é tao chocante, é até cultural, num nível ínfimo, claro. Mas esse tiozinho do filme pornô me deixou realmente de boca aberta (ops...novamente não há nenhuma conotação a uma provável pujança dos órgãos sexuais do indivíduo supracitado).
Para quem não conhece, este quadro em particular do Superpop consiste numa banca de 3 pessoas (3,5 se contar a apresentadora) que fazem a todo momento perguntas para os convidados, ou no popular, as aberrações da vez. Os entrevistadores eram um jornalista de fofocas (gay para não fugir do clichê), uma microcelebridade ex ou atual modelo e uma outra microcelebridade que mais tarde descobri que já foi também uma destas pessoas argüidas no programa. Isso porque aparentemente o marido dela a largou para ficar com uma atriz pornô...embora eu nunca tenha nem ouvido falar do ocorrido. E como não poderia faltar há também um “especialista” na história, no caso, uma terapeuta, só para completar o circo...dos horrores, diga-se de passagem.
O mote de todo o programa era justamente essa terapeuta, contratada pelo programa – como é importante ressaltar –, que dizia que a mulher estava muito infeliz com a situação e que ela deveria tomar “providencias imediatas”. Ignorando completamente a própria mulher que mesmo a contragosto entendia e aceitava a profissão do marido. Detalhe, eles já estão casados desde 2001. Em vão, a todo momento a mulher tentava argumentar com a “doutora”, dizendo que era aquilo que garantia o leitinho dos filhos dela. Ou seria, o leitinho do marido garantia o leitinho na boca dos filhos. Ou vice-versa.
Engraçado que qualquer pessoa com um mínimo de cérebro percebia que se formava uma espécie de complô anti-marido para tentar induzir uma separação ou no mínimo um barraco básico. Claro que tudo muito velado, ninguém dizia que o homem estava errado ou o que ela deveria pedir o divórcio. A tal da mulher tinha que perceber sozinha o quanto ela estava infeliz e miserável, coisa que ela não tinha feito ainda em 7 anos. Ele deveria ter uma epifania e tomar ciência da própria burrice milagrosamente só com os conselhos de Luciana Gimenez, o que dá um novo sentido para o termo ironia. E o melhor é que tudo caminhava realmente para esta direção, como era de se esperar. Mas aí algo inesperado aconteceu...
Como eu já estava meio enojado de tanta babaquice coloquei no CQC para assistir ao Top Five e assim experimentar um grau de babaquice um pouquinho menor. Só que na volta, para minha surpresa, tudo já estava bem. Aparentemente a esposa fez alguma grande declaração de amor e compreensão e os argüidores não tiveram outra escolha senão embarcar na dela. E quando eu digo (escrevo) embarcar, é literalmente cair de boca (sem duplos sentidos) nas idéias da mulher. O que se seguiu foi uma clássica cena de “vira-casacagem” das mais cascateiras e malandras de toda a minha vida. E olha que de cascata eu sou bom! Vide meu considerável número de amigos e minha total falta de habilidades sociais ou senso de confiabilidade. No caso do Superpop era um tal de “o amor supera todas as dificuldades” (Gimenez) e “você é realmente uma mulher obstinada que sabe o que quer” (microcelebridade n° 1) que não estavam no gibi. A microcelebridade n°2 até chorou. O melhor era a atitude da terapeuta que só faltou dizer, “eu sabia o tempo todo que ia dar certo, tava só te zoando”.
Não é o mundo que está perdido. É só a TV que quer tirar uma com a sua cara.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
O caso do homem que dava só um pouquinho
Parabéns Peristálticos!
Além de toda aquela frescura de nascimento do nosso Salvador blá, blá, blá... nesta semana se comemora o aniversário de 1 ano do grande Peristálticos, o verdadeiro blog das celebridades. Como falei anteriormente meu espírito megalomaníaco me impeliu a fazer uma aposta comigo mesmo só para ver se eu iria me ferrar. A parada consistia na multiplicação dos textos que se encontram aqui, agora 17. Todos eles seriam publicados hoje quando o mais infame dos diários virtuais completa seu primeiro verão.
No entanto, no alto de minha saberia franciscana percebi que ninguém nunca vai ler tanta coisa num dia. Ainda mais neste sistema de rolagem dos blogs (e da internet como um todo). Ninguém tem assunto e audiência para isso, nem mesmo aquele bonde dos jornalistas sérios tipo Marcelo Tas, Ricardo Noblat e o César Maia (esse quase chega perto, mas como não é jornalista e muito menos sério...a gente não conta). Pensando bem, o Tas também não é formado. Peral, nem eu. Então, deixa quieto.
Prevendo o enorme desastre que seria esta forma de publicação decidi alterá-la um pouco. Ao invés de 17 textos sem parar e sem vaselina. Irei dividir esta profusão verborrágica afim duma melhor apreciação de seu conteúdo. Em outras palavras, peidei legal.
Veja abaixo a programação de Aniversário do Peristálticos:
Hoje – Abertura dos trabalhos e O caso do homem que dava só um pouquinho
24/12 – Texto Surpresa Gigante e Megalomaníaco
25/12 – Janela de leitura para o texto surpresa gigante e Megalomaníaco
26/12 – Skmoso Begins, Parte II
27/12 – Primeiros textos sobre comemorações na FCS – cuidado piadas internas!!!
28/12 – The Stairway to heaven
29/12 – Programação indefinida
30/12 – Skmoso – A Origem do Mal, o fim da trilogia
31/12 – Feliz 2009! – As previsões de Pai Pedro Pé Preto
1/1 – Retrospectiva 2008, encerrando as comemorações.
Então me acompanhe nesta longa (e louca) jornada de produção textual alucinada. Porque quando o Peristálticos faz aniversário quem ganha é VOCÊ! Ou seja, meu eu-lírico. 
sábado, 20 de dezembro de 2008
O belo segundo Messias
Durante minha volta para casa na última sexta-feira (19/12) ocoreu um encontro súbito e poderoso/influenciador. Sua força foi tão arrebatadora que o resultado é isto que lerão a seguir. Um texto escrito às pressas de um ônibus em movimento. Sobre um assunto inédito. Algo que nem eu sonhei em escrever, muito menos dessa forma. Provavelente, ao final desta leitura, quem me conhece ficará tão chocado quanto eu. E quem não conhece também deveria.
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Hoje fiquei maravilhado! Não, bem mais do que isso. Eu estava aturdido. Quase paralisado de choque. Porque pela primeira vez em minha vida pude presenciar o que se entende por beleza física. Obviamente estou falando de uma mulher. Ou talvez um pouco mais que isso. Acho que estava mais para uma ninfa ou então uma daquelas Musas mitológicas que só aparecem para os verdadeiros artistas (daí surgiu a expressão musa inspiradora que na verdade é uma grande redundância). Sem dúvida, ela era o exemplo perfeito de pessoa para a qual pessoas como eu dedicam sua arte. Ou toda uma vida. Dizem até que tais deusas, se pudessem ser vistas por outros mortais, trariam o caos, tamanha seria a disputa por seus encantos.
Só a vi por alguns instantes, parecendo perdida no ponto de ônibus. Eu ia para casa. Ela para uma espécie de encontro entre amigos. Digo isso por conta de seus trajes. Um vestido branco de verão, daqueles bem soltinhos, com suaves listras azuis e marrons. E para completar botoes verdes. Pensando bem, ela refletia mais a harmonia primaveril do que qualquer associação que pudesse ser feita a outra estação. Chega a ser aterradora a maneira como o branco daquelas vestes complementava a cor de sua pele visualmente macia. Quase tátil, mesmo a distância. Era como se eu estivesse diante da personificação da própria luz.
Além de sua beleza franca – sem nenhum excesso –, o que mais me chamou atenção era como seu efeito sobre minha pessoa era resultado da mais simples e perfeita combinação de elementos que era ela. Eu não ouvi sua voz, Nem mesmo tenho certeza de para onde ia. Só sei que esta pessoa me causou uma impressão que talvez nunca se apague. Seus cabelos ruivos, suas sardas e, principalmente, seu olhar de profundo aborrecimento. Como se o seu lugar não fosse ali. Como se ela não pertencesse a este mundo.
Contudo, meus amigos, não confundam estas palavras com amor ou qualquer afeição romântica. Muito menos, um retrato de lascívia. Esta é uma apreciação no seu sentido mais puro e simples. Como nas melhores obras de arte. Porém num nível diferente. Elevado. Sem conjecturas posteriores, sem pré-conceitos, sem necessidade de compreensão. Nenhuma mensagem a ser passada. Apenas a obra pelo que ela é. O supra-sumo da estética humana.
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The Post Scriptum section:
PS¹: Esse texto é realmente estranho e muito provavelmente não irá se repetir. Mas confesso que foi interessante (ou seria intrigante, ou seria instigante) escrevê-lo.
PSão²: O tão aguardado texto sobre o Skmoso fica para terça-feira quando este blog completa um ano de "vida" (calma, ele já está escrito não vou enrolar vocês). Neste dia tentarei cumprir a estapafurdia tarefa de dobrar o número de postagens. Claro, com muita malandragem.
Vejam pelo lado bom, se realmente conseguir isso, nunca mais irei precisar escrever algo aqui. Pelo menos até o próximo 23 de dezembro.
Até terça!!!
XOXO
PPS³: José Messias NÃO está apaixonado...
PPS¹²³: ...o que só prova o quanto ele é foda.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Brasil, quem te adora sem temer a própria morte?
Essa é uma faceta nova, nunca antes mostrada, o Zé patriota, nem mesmo eu sabia que existia...Espero que gostem....Só que ele ficou muito grande (para o tamanho de um blog), por isso tive que dividí-lo. Eu acho mais legal ler tudo de uma vez, mas quem quiser ler só uma parte não vai ter problema....A 1 é mais engraçada a 2 é mais emotiva....
Parte I
Estava eu no Centro Acadêmico (CA) de minha tão querida Faculdade de Comunicação Social, na Uerj. É neste sacrossanto local destinado somente ao alunado onde descanso após as longas aulas nas quais aprendo as mais belas e sábias palavras que eu não deveria ouvir e me são negadas as mais básicas noções do que fato deveria ser ensinado sob o pretexto de serem triviais e por isso inúteis. Não que eu reclame. De maneira nenhuma! Eu até gosto. Ou melhor, eu adoro e até preciso disso e de jeito nem maneira quero que se modifique. Mas enfim...
Como era de se esperar de um grupo de jovens universitários, estávamos discutindo sobre tudo....tudo o que de mais irrelevante nos viesse a cabeça, o que não é um conjunto pequeno de assuntos. Contudo, a bola da vez foi a Fórmula 1. Porque era isso o que estava no Nintendo 64 naquela hora. E embora não fossemos os estudantes mais brilhantes da face da Terra (perdemos apenas para aquele pessoal que ajuda o House), ainda assim, um assunto acabou levando a outro e o papo se prolongou. Na verdade, não tao longe assim. Foi para Lewis Hamilton e Galvão Bueno. Mais precisamente para o fato do segundo se recusar a torcer para o primeiro (considerado o melhor piloto por alguns da mesa) em favor de sua fé em Felipe Massa (que era apenas o brasileiro).
Deus sabe que como todo bom cidadão com dentição completa (e não necessariamente perfeita), repudio ferrenha e ardorosamente a figura deste jocoso locutor. Assim como suas transmissões com uma impressionante falta de apego a qualquer outra coisa que não seja o próprio Galvão Bueno. No entanto, tendo em vista o que estava em questão não posso deixar de concordar com a velha hiena (pseudo) jornalística.
Em meio a nossa roda de proeminentes intelectuais ou intelectuais emergentes, o burburinho foi causado quando um dentre nós, mais conhecido como Aquele que mora em Realengo, se pronunciou a favor do pobre Bem Amigo. Isso porque, apesar da minha séria discordância para com os ilustres colegas, este que vos fala preferiu permanecer calado, se lembrando do constante desastre que é tentar expor seus pensamentos em linguagem falada. De tal forma que, para minha pessoa, se mostra mais apropriado o uso da escrita em toda poderosa e sorrateira compleição.
E então, porque transformei esta simples contenda esportiva (se F1 for esporte) num caso de amor a nação? Porque simplesmente não consigo suportar a idéia de que alguém, um brasileiro (ou pelo menos que se julga como tal), prefira algo estrangeiro no que se refere a depositar a sua fé. E vejam bem, isso não se trata de gosto. Não é como preferir Beethoven a Villa-Lobos ou Strokes a Moptop. Pois nestes casos não há competição, o sucesso de um não implica no fracasso do outro. Para mim isso é tão absurdo quanto não defender o monopólio da Petrobras ou ser “carioca” e torcer para o São Paulo ( esses daí, eu quero que vão tomar no cu na casa do caralho na puta que os pariu)....
Parte IITentando explicar para mim mesmo de onde vinha esta súbita onda de Nacionalismo (com N maiúsculo por causa da intensidade), me lembrei de uma aula de Língua Portuguesa da sétima ou oitava série. Com minha estimada – e já falecida – Tia Beth (digo isso pois me recordo até hoje como ela detestava ser chamada de tia e como isso acabou não me deixando esquecê-la). Lembro também que na época ela fazia mestrado ou doutorado nesta minha amada Uerj com o grande catedrático Evanildo Bechara o qual ela elogiava horrores, ignorando completamente o fato de que ninguém fazia a menor de quem ele era.
A aula em questão era justamente sobre o Hino Nacional (não preciso dizer brasileiro pois escrever em letras maiúsculas significa que é o nosso mesmo) e suas complexas inversões. Sei que gostava muito dela exatamente por aulas como essa, pois mesmo já não sendo tão jovem, ela ensinava com tanta paixão e fé naquilo que dizia que não tenho dúvidas de foi ela a primeira responsável por eu ser aquilo que sou hoje (não que eu seja alguma coisa, mas é muito claro para mim que estou, pelo menos, no caminho certo). Sem mais delongas, o importante na tal aula sobre o Hino Nacional era não só a maneira desafiadora ( e ininteligível para alguns) como ele foi composto como também as belas palavras que lá estavam, e essas já me chamavam à atenção muito antes...
Para bem dizer, não tão antes, talvez na quinta série ou perto disso, mas estes anos parecem estar bem distantes de mim, mesmo tendo passado apenas nove desde o fim da quarta série. Nesta época os alunos que entravam no ginásio “formavam” todo o dia às 7 da manhã para ouvir o Hino. Nossa como sou velho, né?! Se eu contasse que ouvia o Hino todos os dias ninguém acreditaria...se bem que não me lembro direito se eram todos os dias mesmo. Ah, se eu contasse também que fiz parte duma coisa chamada Pelotão da Bandeira, acho as pessoas nem saberiam o que é... Por falar nisso, o Hino da Bandeira também não fica muito atrás...
”Salve o lindo pendão da Esperança/ Salve o símbolo augusto da paz (...) Recebe o afeto que se encerra em nosso peito juvenil/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil”
Engraçado que todo este espírito nacionalista não me levou ao alistamento nas Forças Armadas. Eu nem as considerava. Muito pelo contrário, sempre detestei a idéia de ser obrigado a servir ao País, ainda mais através de uma série de atividades físicas incessante, o que não faz nenhum sentido. Claro que naquela época eu não era tão culto quanto sou hoje, portanto não pensava exatamente como estou escrevendo (estava mais para um gordo preguiçoso do que um patriota intelectualizado). Mas este relato é mais uma romantização do que qualquer outra coisa, como o próprio patriotismo o é. Daí sua beleza.
Voltando finalmente ao Hino e a quinta série...mesmo não sendo tão lírico como sou hoje (acho que não era nem um pouco e agora sou só um pouco mais). Aquelas palavras despertaram certa sensibilidade em meu ser. Óbvio que não estou falando daquela parte totalmente dispensável e falaciosa do “Ouviram do Ipiranga...” que infelizmente é parte que todo mundo lembra. Digo mais, ele deveria começar no “Brasil, um sonho intenso, um raio vivido...”. Para a melhor parte está nas duas últimas estrofes, sem caô, que eu quase chorei (como agora) só com a intensidade desse negócio.
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Por isso digo, posso não gostar de praia (ou qualquer tipo de paisagem natural), preferir música clássica ao samba e nem gostar muito de futebol, mas não tenho vergonha do chamado jeitinho brasileiro, desse nosso banditismo quase hereditário e muito menos do fato de não levarmos tudo tão a sério. Como disse no começo desta postagem, amo muito essas coisas imperfeitas que para mim não teriam a menor graça se não fossem do jeito que são. A graça está no efêmero da coisa.
OBS: Eu percebi que fiz uma grande digressão e quase não existe conexão entre o começo do texto e o final. Em minha defesa só posso dizer que me empolguei.
---------------------------xoxo---------------------------
1 - Não percam em breve o próximo post, Skmoso Begins, a parte dois de uma suposta trilogia...Assim que eu me recuperar da carga emocional de escrever este texto
2 - Dia 23 de dezembro eu comemoro um ano de Peristálticos...para celebrar a data vou tentar dobrar o número de postagens, isso mesmo vou lançar um texto para cada um que já estiver aqui...Até eu duvido! Ninguém tem tanta paciência para ler nem tanta para escrever, mas enfim...Promessa é dívida e eu devo não nego, pago quando eu quiser...