Movido por minha inabalável inveja ao ver Mari às voltas com seu blog de demasiada profusão verborrágica (precisa de dicionario, clique aqui), com quase 3,4 posts/segundo. Assim como Kiko, resolvi sair para brincar com minha enorme bola, ou melhor, blog. Porém, como todo jornalista iniciante, ainda não dominei a arte de fazer um texto sem nada minimamente relevante para contar, como fazem os mestres David Brasil, Patrícia Kogut, Luciano Hulk, Cesar Maia, Pedro Bial, Renato Maurício Prado, entre outros.
Por isso, vendo como o Blog da Mari é divertido pensei em falar do meu cotidiano. Mas ai me lembrei que não sou uma garota bonita, bem-sucedida, na fina flor de seus 22 anos (partidão, né?!). Na verdade, sou bem o oposto, o que faz do meu cotidiano a coisa mais inacreditavelmente deprimente, repulsiva e sem-graça. Para se ter uma idéia, só durante os breves momentos (horas) em que escrevo este texto já vi 26 bundas e “afins” em mais de cinco sites pornográficos da República Tcheca, passei cantadas sem sucesso em 4 “garotas” no bate-papo da UOL (até 14 anos) e ainda compus uma poesia sobre uma mulher bonita que sorriu para mim (eu tava com feijão no dente). How sad is that?! (para tradução clique aqui)
Uma vez que não podia escrever sobre o meu cotidiano só me restou uma opção: falar sobre aquilo que fiz/pensei de diferente. Para minha surpresa, Deus decidiu não me sacanear muito e a musa inspiradora finalmente subiu o morro. Ou seja, vou continuar soltando uma série de textos aleatórios sobre coisas que só eu acho interessantes, como fiz na quinta-feira (e como sempre faço), só que agora sem o enorme hiato.
Peristálticos full throttle! (tradução)
domingo, 9 de novembro de 2008
A todo vapor
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Desabafo
“Deixa, deixa, deixa, eu dizer o que penso dessa vida preciso demais desabafar...”
Poxa, tanto tempo sem escrever aqui, né?! Parece até que abandonei vocês, meu fiéis leitores. Mas não, muito pelo contrário, tava só com preguiça. E para mim, preguiça é coisa muito séria!!!
Durante esses meses que estive fora da blogsfera aconteceram milhares de coisas na minha vida. Fui para Natal, o que daria uma boa série de textos (a propósito, não gostei de lá). Cobri o Festival do Rio, onde assisti vários filmes muito bizarros e outros só um pouco (tudo por escolha própria). Desmaiei pela primeira vez na minha vida (sem estar relacionada ao alcool) e ainda levei meus primeiros pontos. Tudo isso num hospital público, o que certamente renderia boas tiradas de minha parte (Afinal, eu não tenho uma veia cômica, mas uma carótida inteira).
Ah, também cobri o Tim Festival sobre o qual poderia escrever uma série de ironias a respeito da juventude carioca...aquela que mora no Upper East Side daqui. Deixei de comentar a eleição municipal mais engraçada dos últimos anos. E agora, provavelmente, não vou falar da eleição americana que muito me interessa por causa de toda aquela história do primeiro presidente negro e tals. Aliás, dava para fazer um perfil comentado do Barack Obama muito phoda...mas isso são outros 500. Pois mesmo com todos esses assuntos assaz interessantes, só o que me levou a escrever este pequenino textículo foi a tal música do Marcelo D2 (e olha que eu nem gosto do cara...musicalmente falando). 
Isso porque esse trem que chamo de preguiça seria mais acertadamente uma total e completa falta de motivação. Algo que está mais ligado ao estado psicológico do que ao físico. Eu simplesmente não tenho vontade de fazer nada. Ou como diriam meus gurus do Rammstein, “Ich Habe Keine Lust”. Na verdade, a música dessa banda alemã (minha favorita em todo o universo e beyond) traduziria perfeitamente esse meu “estado de espírito”, se ao menos eu acreditasse nessa coisa de espírito.
Mas calma, não sou depressivo, muito menos suicida, eu só não gosto de fazer coisas. Ou melhor, sou avesso a idéia de começar qualquer tipo de ação. Menos uma, assistir. Também leio e escrevo, mas não na mesma proporção, na verdade, para que eu faça alguma dessas coisas é necessário algum tipo de efemeride, de evento exterior que inquiete minha “alma” a ponto de me motivar. O que é bem dificil. Mesmo agora, o que me faz escrever é o refrão de uma música cantada numa voz praticamente hipnótica. “Deixa, deixa, deixa, eu dizer o que penso dessa vida, preciso demais desabafar”. E só porque essa mulher me disse (enquanto ASSISTIA o clipe) é que me veio a inspiração deste artigo. Foi quase como uma mensagem subliminar.
Confesso que além do refrão, outro motivo me tirou dessa minha inércia mental. Semana passada comprei um notebook, o que possibilita escrever diretamente do banheiro, o que estou fazendo nete momento. Acontece que minha verdadeira inspiração só vem nessas horas de resguardo e meditação, aliás, daí também vem o nome do blog. Afinal, por que mais ele se chamaria Peristalticos?!
Bom, espero que tenham gostado deste “desabafo”, pois eu fiquei aliviado.
Obrigado por lerem este depreciável blog.
Voltem sempre!!
domingo, 17 de agosto de 2008
O Guia do Nerd Brasileiro
O texto a seguir é de responsabilidade de seu idealizador, ou seja, Alexandre Nardoni. Zé Messias é apenas um pseudônimo randômico escolhido ao acaso e não tem nenhuma relação com o ilustre, brilhante (e gostoso) estudante de Jornalismo da Uerj. As idéias utilizadas abaixo são uma espécie de compilação de relatos de terceiros (como o compadre Enio – o filósofo e não o compositor) e opiniões deste que vos fala (A.N.) e podem ou não refletir inteiramente as opiniões da comunidade Nerd.
-----------------------------XXXXXXXXXXX---------------------------------------------
Cansado de ser confundido na rua ou na roda de amigos? Farto de não ser entendido pelos seus pais? Revoltado por ter sido mandado para o psicólogo (terapeuta, psiquiatra) sem motivo? Então, meu garoto (a), seu lugar é aqui. Se você quer ser compreendido, mas sem deixar de lado seus preciosos antidepressivos você está no lugar certo. Afinal, você chegou a mesma conclusão que eu, se é para rotular pelo que se faça direito!
No entanto, este texto não é para você meu amigo ou amiga Nerd, que, espero eu, saiba bem o que é. Dedico meu pequeno texticulo aos “infiéis”....ou “não-nerds”. Eles são um todo, eles são a massa, eles são a classe dominante. Pode ser seu pai, sua mãe, seu melhor amigo (o que seria um caso raro), sua professora, ou até aquela menina (o) que você gosta (e nunca vai contar! [coisa que explicarei a seguir]).
Este texto é o reflexo de anos de meditação e estudo, ele tem uma pequena e simples função: revolucionar o campo das pesquisas sociológicas e antropológicas para todo o sempre.
Meu nome é Zé Messias, sou Nerd Apostólico da Divina Revelação 3D e vim trazer luz aonde havia trevas, iluminar o caminho dos perdidos e trazer dos mortos aqueles os desistentes. Porque ser Nerd no Brasil é duro e a função deste texto é fazer a classe dominante entender isso.
Logo de cara me vem a cabeça a maior luta do Movimento o chamado “Porra, eu não sou CDF!!!”. Sim, porque não sei se você sabe, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra (mais explicações a frente. Afinal, é bem melhor dizer o que somos ao invés de falar o que não somos).
NERD – Segundo o digníssimo dicionário inglês-português Babylon®, o termo remete aos chatos, pessoas incômodas, rechaçadas pela sociedade. Enfim, os párias. Mas por que esta distinção entre nós e os “seres humanos comuns”? Simples. Porque Nerd, no dicionários Zé Messias de maneirismos e gírias, significa nada mais nada menos que diferente ou até mesmo estranho (isso num sentido positivo e não no sentido de bizarro). Os integrantes do Movimento apresentam características únicas que só podem ser verdadeiramente compreendidas e/ou apreciados por quem é do metiê.
Nos true Nerds, as principais qualidades são: hobbies bem específicos (beeem meesmo), certo grau de isolamento do mundo não-nerd, propensão a ser vitima de bullying e outros tipos de embaraço, e claro, grau de contato com o sexo oposto zero ou menor. Os espécimes mais clássicos da casta mais nobre da sociedade são: o viciado em HQ’s (histórias em quadrinhos – se não sabe isso se mata), o viciado em games, o otaku (entusiasta da cultura japonesa), o cibernerd (pessoa que abdica da vida social para ficar na frente do PC) e o viciado em literatura fantástica (RPG’s, Senhor dos Anéis, Harry Potter [HP], Eragon, etc – também conhecidos como Nerds pioneiros ou peregrinos). Há algumas vertentes menos comuns no País, como o Geek - o viciado em computação ou tecnologia como um todo –, e o Trekkie e o Jedi, fãs dos filmes Jornada nas Estrelas e Guerra nas Estrelas, respectivamente.
Não podemos nos esquecer dos transgeneros, os Nerds híbridos que se interessam por diversas áreas ao mesmo sem conseguir apontar uma vertente com sendo a melhor. Digo isso, pois a natureza abrangente dos diversos segmentos faz com que sejam comuns os que se interessam por mais de uma área. Porém, os não-transgeneros geralmente possuem uma preferência definida. Existem ainda níveis de intensidade da chamada nerdice ou do inglês nerdness, desde o 1 onde se encaixam os chamados Entendidos e o 10, o Google Nerd. 
Agora, após esta brilhante descrição do que seja o Movimento e seus principais atores sociais vamos a bendita da diferença entre CDF e NERD.
Enquanto Nerd é tudo aquilo que falei ai em cima, o termo CDF tem a ver simplesmente com o desempenho escolar do indivíduo, nada mais. Por este motivo, recorrendo a epistemologia da sigla temos Cérebro De Ferro. Toda a confusão começou por causa das características similares de ambas as classes como a reclusão e a falta de contato com o sexo oposto. Contudo, nunca foi algo característico dos Nerds o desempenho escolar fora do normal, pelo contrário, graças ao gene especial da preguiça nº 666, seu desempenho sempre beira o mediano. No entanto, é necessário deixar claro que os Nerds são inteligentíssimos e podem até ser bons alunos (em raras exceções), mas eles preferem usar habilidades em algo mais produtivo (para eles). Por exemplo, cálculos de RPG, aprender japonês sozinho, decorar nomes de personagens e não se perder em meio às consecutivas Crises Infinitas (nem eu entendo esse baguio), Guerras Civis, etc.
Assim, não venha me encher o saco se eu mandar você tomar no cu ou se foder se por acaso você não leu meu blog a culpa não é minha, oras. Nos próximos textos pretendo falar mais sobre a Causa e suas brigas homéricas como Nerds versus Cults e também falar das minhas questões favoritas: “O que é o Conselho Nerd?” e “Quem seria o Deus Nerd?”.
Bye, bye...XOXO
----------------------------------XXXXX----------------------------------------------
Zé Messias é um renomado autor de Best-sellers como “Nas margens do Rio de Barro sentei e caguei”, o “Japão e sua (louca) cultura” e “Mordor, sua cultura e sua gente – um ensaio sobre a beleza da desolação”.
Zé Messias também é um grande conhecedor das coisas profundas (mas não no sentido que ele queria).
quinta-feira, 24 de julho de 2008
O que te faz sentir realmente vivo?

Nessa época de férias, sem porra nenhuma para fazer exceto coçar o saco (não exatamente coçar e não exatamente o saco) e assistir Malhação (sou sou eu que acho essa Angelina chata para caralho?!), decidi começar a pensar no sentido da vida. Coisa que todo mundo faz quando está entediado, não?!
Só que olhando o título sei que você, o leitor mala que sempre vem me encher o saco, vai pensar: “isso não é a mesma coisa. Esse maluco tá fazendo propaganda enganosa. Vou meter um processo nessa bunda gorda dele”. E a isso eu respondo: “após exaustiva e profunda meditação nos cinco picos de Rosan (hum que delícia), descobri que a opinião dos leitores NÃO FAZ a mínima diferença. E quem quiser falar alguma coisa que escreva seu próprio blog autobiográfico”.
Voltando a questão da Vida, do Universo e Tudo Mais... Como todo bom pensador que se dispõe a filosofar sobre o assunto, percebi que a resposta dada para este tipo de pergunta sempre é turva, ambígua e muita das vezes insatisfatória (assim como a vida de quem pergunta). Por isso, num esforço sobre-humano para esclarecer de uma vez por todas essa bagaça, vou tentar reduzir tudo a uma coisa simples, umas cinco frases bem curtinhas que qualquer idiota (como eu e você) possa ler. So be it...
Mas o que é a vida? Esse é um bom ponto de partida para quem quer saber qual seu sentido ou simplesmente saber como fazer um bom uso dela. Pois eu vou dar a resposta do escritor: a vida é como uma grande folha em branco, não é feita de um papel nobre, às vezes até amassado e um pouco rabiscadinho ele já está, mas mesmo assim cabe exclusivamente a você fazer o que bem entender dele. Alguns escrevem lindos poemas de amor, uns nos atordoam com histórias sangrentas e amedrontadoras, enquanto outros fazem coisas profundamente tristes e solitárias. Porém, sempre tem aquele ser único entre milhões que pega a porra do papel e, só de sacanagem, faz um aviãozinho. Claro que não há nenhum problema com nenhuma dessas versões. São todas bastante aceitáveis e “viviveis”, desde que sejam escolhidas e não “empurradas”. Ou seja, cada um tem sua folhinha e escolhe o que fazer com ela segundo sua própria vontade, mesmo que ela seja dar para outro infeliz decidir no seu lugar ou simplesmente limpar a bunda (opção que mais gosto :D). 
A partir daqui, tendo definindo o que seja A Vida, nos vem a segunda questão: como fazer bom uso da vida que temos? Antes disso, uma coisinha que descobri sobre a vida: ela não tem nada a ver com aquela baboseira de ficar com “aqueles que você verdadeiramente ama”. Isso é um monte de merda inventada por alguém muito sem-graça e também sem nenhum pingo de imaginação e intelecto (o que me faz lembrar novamente da Angelina da Malhação). Por que digo isso? Simples, porque nunca que o ser humano, o algo mais complexo já feito, vai se contentar com um prazer tão ridículo e fácil de se alcançar...e não tô falando isso só porque tenho pais que me amam (surpreendente, não?) e uma porrada de amigos (mais surpreendente ainda). Falo isso porque o chamado “verdadeiro amor” não é uma coisa tão impossível assim. É só depositar essa coisa toda que você sempre sentiu por você mesmo em outra pessoa, nada demais. E como “essa coisa toda que você sempre sentiu por você” é muito pesada para ficar do lado de dentro, as pessoas acabam liberando-A todo dia, a toda hora, sem nem perceberem. A única diferença é que com o Verdadeiro Amor, se despeja tudo de uma vez só (o que me lembra de um filme que vi certa vez. Não era com a Angelina da Malhação, na verdade não tinha nenhuma atriz conhecida, pelo menos não pelas pessoas de bem).
Pois bem, mesmo que essa historia de amor e tudo mais não tenha necessariamente a ver com o sentido da vida e todos os seus significados, uma coisa bem próxima tem...ela é o desejo, o tesão. Não no sentido bíblico, termo muito esquisito se nós formos pensar que ele expressa justamente o contrário do que deveria, mas no sentido de nossas mínimas vontades e paixões, bem como o velho papi Nietzsche queria dizer. Viver é querer.
Mas esperem, não é só isso. Agora que a gente descobriu o que é viver, vamos a segunda proposição dessa joça: “qual o sentido da vida?”. Ora, o sentido da vida não é outro senão obter o que a gente quer, alcançar nosso (s) objeto (s) de desejo, satisfazer nossas vontades, etc. Tem coisa mais simples do que isso?!
Claro que não! Só que isso não é tão simples. E aqui de novo entra aquele leitor mala que não assiste a Globo e, portanto, não está acostumado a aceitar tudo passivamente (maldita juventude pensante!). Sei até o que ele vai dizer: “e as pessoas que nunca alcançam o que desejam, nunca vão ser verdadeiramente felizes?”. Ao que respondo: Não, definitivamente não. Uma coisa que ele talvez não perceba é que ninguém realmente chega num estágio de achar o que está procurando. Viver é querer e não conseguir o que se quer, a graça está justamente na busca ininterrupta.
E nesse ponto entra o leitor mais inteligente do que o anterior e fala:
– Dã, para saber isso você só precisa ser um filósofo (ou puta) de beira de estrada, ter vivido até os 60, perdido um ente querido, vivido um amor impossível ou ter assistido a Forrest Gump, Top Gun e Cidade dos Anjos. E existem milhares de blogs de pessoas que já fizeram essas coisas e falaram sobre isso.
E nessa hora eu fico puto e respondo:
– Seu merdinha que se acha muito esperto só porque leu todos os livros que eu só disse que li. Fique sabendo que ainda não acabei o texto e se você fizer a gentileza de acabar de ler vai saber do que eu tô falando.
Enfim, o motivo de toda essa história e essa conversa entre o meu subconsciente e o inconsciente ou qualquer merda que o valha é apenas porque não consegui uma resposta satisfatória para pergunta lá de cima: O que te faz sentir vivo? Isso porque eu não consegui ainda achar algo que eu queira o suficiente para se tornar o sentido da minha vida. Realmente não há nada que eu queira tanto, nem algo sem o qual eu não viva.
E não vale dizer que escrever é o sentido da minha vida, porque, francamente, é necessário um objeto, algo sobre o que escrever, ou um objetivo para a escrita. Coisa que não tenho (ainda). Atualmente, sou como uma puta, faço as coisas por dinheiro (essa frase dá muito orgulho a minha mãe)! Mas e depois, quando eu tiver mesmerizado a todos com a minha habilidade literária, o que farei? E esse é o novo dilema: como alguém que não quer nada se sente verdadeiramente vivo?
Não que eu não tenha ataques de felicidade instantânea quando alguém faz um elogio sobre algo que escrevo, ou simplesmente se dá ao trabalho de ler. Mas isso é muito pouco. Assim como as inúmeras mulheres de meu tio, quero mais, sempre mais. Por sinal, outra coisa bem normal do ser humano, não se sentir realizado nunca... Será que é esse o meu problema? Cheguei numa fase que nada me satisfaz, mas é tão cedo: ainda não tive o filho que sei que não vai ser nada do que planejei, nem fracassei em tentar dominar o mundo, nem matei e torturei todos os inimigos que não fiz, nem tive uma overdose cheirando cocaína nos seios de uma bela mulata... Enfim, não fiz nada do que prometi aos 10 anos que faria quando chegasse aos 20. Aí, aí, aí...eu não sou muito novo para estar desiludido?!
-----------------------------------xxxxx-------------------------------------------
Zé messias é um proeminente cineasta romeno, membro ativo do Sindicato dos Carteiros e funcionários dos Correios, acionista do banco Opportunity, telespectador assíduo da sessão do descarrego e ouvinte de bandas como Radiohead e The Smiths. Além disso, ele é autor de best-sellers como “Vai dar bom-dia para a sua vó”, “O guia do nerd brasileiro” e “Sua mãe e o Orkut – coisas que você não quer conhecer mas é obrigado”.